Tudo tão rápido. Algumas coisas, até demais. Fiquei confuso, não fiquei, fiquei de novo.
Engraçado... velocidade, agir constantemente. Isso torna-se completamente abstrato, quando tua mente não foca em nada. Quando ela simplesmente controla o corpo como nos livros de ciências.
Mas quando você se liberta de calçadas, regras e inibidores, tudo aquilo se torna parte do treino que a sua mente se compromete a treinar.
E você só quer alcançar, só quer condicionar corpo e mente, para chegar em resultados.
Agora, temos noções. Liberdade, força e agilidade. Seu ponto é criar. Seu foco é o mesmo: desafiar, quebrar padrões.
Você escolhe um lugar, e define pontos do mesmo, para criar.
Anseia pelo fim de compromissos, para chegar ali e libertar-se de padrões. Ali, você cria, você escolhe.
Chama amigos, e mostra caminhos. Mostra caminhos, eles seguem. Alguns, desertam. A caminhada é pra todos, mas o caminho é longo.
O novo, se torna velho. O desafio, se torna parte de um treino simples. Rotina.
Você cansa. Não há novidades. Mas não desiste dos que eram desafios.
"Esse lugar está saturado". E o tédio domina.
Nada de novo. "O que fazer?"
E busca um novo lugar.
Desafio maior do que adrenalinas? Achar esse lugar.
Tempo. Treina, tempo, treina. Lugar novo. Tudo se repete.
O novo, se torna velho. E o desafio, rotina. Você cansa. Mas você quer.
Stress e tédio.
"Minha casa é confortável".
A mente luta, se rasga, quer chamar atenção. E tempo se passa.
Seu corpo decai. Sua mente apodrece.
E você se pega naquele antigo calabouço, agora, com correntes. Os que te prendiam antes, não temiam que você fugisse. Agora, você se dá conta... como fugir?
Do primeiro ponto, partimos. Mente lutando pra se fortalecer, assim como o corpo.
Chegamos ao ponto.
Mesmo lugar. Criatividade. Criar entusiasmo.
Aos poucos você vira passado.
E Eu, agora, me recomponho.
Mesmo lugar, novas idéias. Eu devo.
E eu... recupero.