Vidas são guiadas por vários critérios. Razão, emoção, curiosidade, medo, etc.
Citei algumas (poucas), que considero importantes.
Pense bem; no momento em que se encontra uma caverna, pode-se pensar em explorar pela diversão, ou como um caçador de detalhes. A hesitação pode consumir, até chegar num ponto em que, guiado pelo medo, vai embora sem explorar tudo. A experiência deixa mais aguçado aos detalhes, e a curiosidade só aumenta, deixando medos pra trás.
Ao pedir um aumento pro chefe, ao fugir numa situação inesperada, ao pedir informações para estranhos, ao arriscar-se fazendo algo novo.
Tudo pesa. A experiência pode ser um fardo pesado, mas pode transformar-se em uma armadura.
Eu disse "pode". Se usada de maneira errônea, a experiência será, nada mais que, um osso quebrado.
Sim, um osso quebrado. Mesmo que se cure, o osso e os movimentos usados naquela área, serão limitados.
Algumas experiências são permanentes. Outras, passageiras. Mas de qualquer maneira, aquilo sempre vai influenciar a maneira de agir.
Se algo leva àquilo, e a experiência foi bem absorvida, então, não se repetirá, causo haja dor. Caso contrário, acerta-se o mesmo muro centenas de vezes.
Bem, embasado em experiências pessoais, vivo mais focado na razão.
Evito a dor, mas se ela aparece de surpresa, eu a suporto de maneira consciente. Ela não me abala, nem me desespera.
Tudo tem que ser calculado. Confiança é algo caro, no meu mundo. É algo raro, também. Se corrupto, pode doer mais do que qualquer dor física/psicológica.
Pessoas são ruins, eu sou ruim, todos somos. A diferença, é você saber disso, admitir isso, e evitar ser ruim, gratuitamente.
Pessoas são ruins, eu sou ruim, todos somos. A diferença, é você saber disso, admitir isso, e evitar ser ruim, gratuitamente.
Eu gosto de conhecer aqueles que me cercam, e costumo evitar os que não me aparentam ser ameaças.
Gosto das pessoas sensatas, gosto das pessoas que se conhecem. Mas, principalmente, gosto de pessoas fortes.Pois, se têm forças pra se locomoverem e se levantarem, ao unirmos forças, mais quedas suportaremos, e mais caminhos longos percorreremos.
Tenho receio de perder a essência Lone Wolf ao caminhar; de entrar no inferno sozinho, e sair quebrando tudo; de correr sempre na minha velocidade, sem ter que parar pra esperar e de quebra, olhar pra trás.
Por outro lado, algo morre dentro de mim.
Sinto falta de ter opiniões divergentes, mas que mesmo com essas diferenças, eu sinta afeição pela mulher que me afronta.
Sinto falta de ouvir conselhos, depois de um tropeço bobo (não uma grande falha, apenas um tropeço quase proposital).
Sinto falta de ver um sorriso, mesmo que eu esteja com um ar depressivo.
Sinto falta de ver um sorriso, mesmo que eu esteja com um ar depressivo.
Sinto falta daquele sentimento mútuo de felicidade, sem palavras. Do olhar de alegria, de compartilhar histórias, de me irritar antes de atender o telefone às 2:00 da manhã, e logo em seguida me sentir estranhamente bem, após ouvir aquela voz confortante.
Parece uma conspiração, mas essa hora vai chegar. E, exatamente, num momento em que eu não preciso. Mas, é como encaixe de vôo; se você quer, mesmo, você vai.
Costumo dizer que a minha vida, é uma balança na garoa.
Não importa quanto chova, um dos lados, sempre pesa POUCO mais que o outro.

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