É incrível a maneira como, após superar diversos tipos de obstáculos - físicos e mentais -, quando retorna-se ao fluxo (lento), se é sugado de uma maneira surpreendente, obrigando-nos a retomarmos nosso antigo ritmo.
O ciclo da vida torna-se apenas um mito, e experiências ficam intensas como um vortex, que puxa tudo à sua volta, para dentro de si.
E é o que desejo. Quero experiências.
Quero puxá-las a mim, assim como me puxam à elas.
Assim como ferem, sabendo que serão conquistadas, mas nem sempre compreendidas.
A dor, passa. O sangue, reponho. A pele, cicatriza.
Chances são únicas. Oportunidades são únicas.
Outras coisas esvaem-se para nunca mais retornarem. São os momentos que deixamos passar, que temos medo de experienciar.
É uma lástima. Eu percebo que cada vez mais, estou longe de atingir meu limite. E em parte, fico feliz.
Fico feliz em saber que meu "máximo", não se resume à uma derrota. Que meu desejo, e minha ambição são prioridades.
Dimensões diferentes num mesmo cenário. Soa interessante, não?
Bom é saber que, apesar do solo ser pisado todos os dias, os passos são dados de maneiras diferentes.
Assim como transformar um habitat tedioso/repetitivo em outra dimensão, estando no mesmo lugar. A criatividade expira nesses momentos.
É relativo? É.
Mas quanto a questão de ser algo COMPLETAMENTE pessoal, não. A capacidade é a mesma.
Depende do quanto se esforça pra não cair no tédio, nem se conformar. Depende, o quanto se está disposto a viver de derrotas automáticas.
sempre esteve aberta."

0 comentários:
Postar um comentário