O Vale

Numa semana em que os dias pareciam não acabar, em que as horas eram ingratas, que o ar incomodava, que o clima pesada, nada como chegar ao fim de semana. Ledo engano.
A inspiração de sexta, esvaia-se. As idéias, planos e vontades, tornaram-se vagos.

Não conseguia sentir o momento de agir. O ímpeto me falhava. Eu caí, mas não caí. Fui salvo pelos reflexos.

Não têm licões a serem tiradas daí. Tudo mais mórbido, gélido, e eu quero me aquecer. Querendo o dia sorridente, o sol alegre, e as obrigações desintegradas,

Eis que surgem os detalhes. As luzes que deixei passar, o vento que acariciava a grama. Sim, os meros detalhes.


Caminhei até o ponto mais alto, sentei, e me senti sobre a cidade. Pernas chacoalhando, brisa nos cabelos, silêncio.
No máximo, o vento soprando palavras. Sacolas voando, algumas (poucas) pessoas caminhando em silêncio, e a cidade era minha.
E eu caminhei por aquele Vale. E eu pensei. E eu criei.
Era um refúgio. Precisava, e ainda preciso limpar minha alma.
Preciso limpar dessa semana que passou.
Renovar o espírito com um bom dia, e uma boa noite. A tarde, eu tomo conta.

A vida não é feita somente de palavras.
Então, farei acontecer.

Gomos

Há muito tempo atrás (2004), uma amiga minha havia feito um roteiro de perguntas pra eu responder. Coisas de adolescente.
Hoje, resolvi ver como eram as respostas em relação a antes...  

Por que tudo tem que começar bem, e acabar mal, ou vice-versa?
Bem simples. A vida também age como uma pessoa. Só que não importa o quão forte você seja, a vida vai retribuir. Então, se você tira dela o bem estar, ela volta, te mete um socão na cara, e pega de volta.
Se você vence ela no primeiro round, ela te nocauteia nos rounds restantes. É a lei.
Mas vai de você, o tanto de vezes que pode levantar.

O que é a dor, pra você?
A dor, é uma calda expessa com gosto de pneu e graxa, que te obrigam a comer. Idêntica ao mel, só que com um gosto diferente.
A dor, é um sabor da vida que, se você não souber suportar, aquilo vai ficar na tua goela até que você morrer, ou superar.

Qual foi o teu maior erro, e qual é o teu maior erro?
Descobrir o sentido da palavra "ego". A pior coisa, é a pior coisa que nos caracteriza.
Meu atual erro, é agir feito um tanque de guerra, sabendo que pode ter algo maior que eu, me esperando lá fora.
Pretensão? Não. Eu estou preparado pra levar a surra... mas não sem uma briga das boas.

O que (quem) te atrai?
O diferente. Não necessariamente bizarro. Mas o diferente.
Diferente aquele, que não chama atenção na multidão. Que é discreto.
Que arrota, cospe, encara, mas ninguém liga.
Que tem capacidade e noção da própria invisibilidade.
É, eu me identifico. Esse negócio de oposto, é um porre.

Traumas?
Trauma de intimidade demais.
Muitos têm manias de achar que, pela "brecha" de intimidade, você já virou um livro.
Rabiscam tuas páginas, acham que sabem da tua vida, ficam te "lendo". Perguntam demais.
Nada como dar uma bela "livrada". Pior é a "capivara" irritada.

Dias bons?
Acordar de um sonho, abrir a janela, brisa leve, sol radiante (não escaldante), céu limpo.
Diante dessas condições, o resto eu faço.

Dias ruins?
Segunda feira, chovendo muito, banho frio, gente chata, ônibus lotado, trânsito.
Nem me lembre.

Alguma novidade que tem te feito bem?
Muitas. Perdi medos, superei traumas, melhorei muito.
Mas algo em especial tem me dado um bem estar que não sentia há muito tempo, e dado idéias que me fazem sentir feito um garoto de 10 anos.

É... tudo mudou muito.

Insatisfação

Vou logo avisando que, este post tem (mais ou menos) o a intenção de um desabafo.


Eu vivo num ponto neutro da vida. Eu faço o que faço, focando em não piorar. Nunca.
O problema, é ficar satisfeito. Eu nunca fico. E aí que está o problema...
Se eu realmente tiver piorando, eu não terei certeza. Mas se eu tiver melhorando, enquanto tenho uma visão negativa daquilo que estou fazendo, entro no auge da perfeição.

Vamos dizer que, se eu tiver uma embriaguez de sucessos, acordo numa ressaca de falhas.
Por mais que eu acerte, fico insatisfeito com a minha performance.

Alguns dizem que eu exijo demais. Sei que tudo tem seu tempo, mas não adianta sentar e esperar. Isso só atrasa a tua evolução.
Todo ato é válido. Seja ele ruim, ou bom. Pois, por mais que você erre ou acerte, aquilo trará experiência. E vai da tua consciência/lógica, chegar a conclusão de que aquilo é válido pra você. Se vale a pena continuar correndo e tacando a cara no muro, ou se dar a volta/pular faz mais sentido.

Agora... o meu maior problema, é não saber se estou certo. Como não faço muita questão de opiniões, não tenho minha resposta. Minhas respostas, dependem de quem já vivenciou tal experiência, a ponto de poder sugerir/criticar.
Assim, posso corrigir muitos equívocos, e posturas incorretas.
Só que, como já mencionei, isso vai contra alguns de meus princípios.

By the way... não tou afim de concluir esse post. Nem afim de pensar numa solução, enquanto encontro isso.

E então? Como vai ser?

Sinceramente, desde que houveram mudanças drásticas em minha vida, nunca mais me senti o mesmo. Foi como colocarem uma tela na minha frente, com minha imagem crua, e algumas (poucas) características, e falarem:
" -  Essé é você, cara. E então? Como vai ser? Escolhe aí. Mas preste atenção, pois, todas as escolhas têm preços, e algumas são permanentes."

E até hoje, customizo tudo. A idéia de tentar algo único, sempre fica fixa na mente.
A idéia de ficar acima da média. A ideia de compensar o erro, com vários acertos seguidos.
A idéia de ser indispensável, porém, não monopolizar o conhecimento.

Mas algo vive dentro de mim, como uma partida de tênnis infindável; perene.
Em alguns momentos, volta forte, feito uma batida de possantes pesados em alta velocidade. Em outros, chega lentamente, e eu rebato com uma força suprema.


Gosto dessa vida. Gosto dos desafios que são impelidos. Gosto do momento em que posso sair do ponto de partida com segurança. Gosto do momento em que o sucesso é inevitável.
Gosto de aterrissar leve, e soltar a respiração depois do choque. Lentamente...


Mas não é só do agradável que tiro lições. Deslizes, quedas, erros.
Rende, mas dói.
Cicatriz aberta por dias. Dias, em que devo repousar e pensar no erro mil vezes. E mais outras mil.
Assistir ao flashback sentado, disposto, e reparar cada detalhe.
"Onde foi que eu errei?
Aquela pedrinha? Aquela gota? A brisa?"
Tudo contribuiu para a queda. Foi um embate de conspiração versus concentração.

Superação.
Você tem uma cicatriz fechada. Representação "estética" de experiência. E eu me sinto bem. Quero tentar de novo. Dobro a concentração, repito a fase anterior até me sentir pronto, e depois... executo com sucesso, sempre concentrado como se fosse a primeira tentativa.

Incrível? Não.
Todos fazem. Só precisam ter consciência de suas capacidades.

Sentir fascinação por suas duas pernas, e saber que não servem apenas pra te levar até o ponto de ônibus, e  ficar sentado.
Sentir amor pelos teus braços, que não servem apenas para levantar copos.
Observar as tuas mãos, perceber que teus dedos não são apenas feitos pra segurar canetas e digitar.
Fechar os olhos, apagar aquela rotina desgastante de escritório-voltar pra casa-assistir TV-comer-dormir.

Saia de casa. Vá a um parque, explore cada canto. Suba em árvores, escale paredes. Pare de dar a volta pela calçada de ladrilhos, só porque tem grama e um caminho traçado por outrém. Corte caminho pelo gramado.
Saia a noite, mas sem trocentos objetos. Liberte-se de celular, e coisas que vão atrapalhar a tua abstração. Caminhe. Explore. Escale. Veja como algumas coisas, conseguem ser diferentes a noite, e outras, nem tanto Repare nos detalhes. Deixe de lado o teu mundo estressante, e mova-se.
É saudável, é divertido, e tá no corpo e mente de qualquer pessoa.

Qual é o problema?
Você acha que o tempo vai te desgastar? E não vai fazer nada pra evitar, ou diminuir esse desgaste?
Se preocupa com o que as pessoas vão achar? Elas tem noção dos próprios problemas, antes de olhar os teus?
Agora, felicidade é dinheiro? Você tem que prestar conta dos atos que te deixam feliz, pra seguir em frente?
Que quando era criança, não ligava pra o que os outros iriam pensar? Que era mais feliz?

... você acha que a vida mudou pra você? Pra pior?

Você construiu isso, acredite.


A minha mudou. Mudou, e pra melhor. Mudou, pra o que eu acabei de explicar e sugerir.
Porque eu construo, adiciono, e faço o que gosto.
Ninguém, além de você, pode se "customizar". Experiência, é o preço pago por cada atitude.
Adicione consciência e concentração. Tornar-se-á uma nova pessoa. 

Se você acha que desperdiçou, corrija.
Se você acha que pode, tente.
Se você tem vontade, experimente.
Se faz sentido, pratique.

Você sabe onde a vida acaba. E lá... é o limite.

Olhos, martelos, palavras.

A vida é - em grande parte - baseada em julgamentos. Ao nascer, você ganha um martelo.
No nascimento, vêem um rosto que julgam ser o de sua mãe.
Estabelecem contato, e descobrem que manifestar sons é uma maneira de se comunicar. Julgam que todos os rostos devem estar a sua disposição.
Novas expressões, ações, e aquilo que é pertinente, julga divertido/útil.

Pessoas, comunicação, escolha do círculos de amizades. Julgamento. Você não é agradável, sinta-se excluído, para que eu não tenha que deixar isso claro.

A comida, a música, os livros, os filmes... a vida. Tudo ruim. Hora do caos. Ninguém sente-se culpado, e quem sente, apenas atribui a própria culpa a outrém.
Atos, pessoas, invenções... julgados. Medidos, pesados e indeferidos. Negado.


Maturidade. Ou ao menos, julgam assim.
Admitir, ou mentir? Evolução? Revolução? Bestas? Carnívoro? Herbívoro? Festas? Vegan? Hard Rock? Pop? Spam?
Eu julgo um a um. E carimbo.

A massa vira juri. O idiota, o promotor. E eu, o juiz.
Um circo, um espetáculo. Discussões julgadas homéricas. E a pauta? Meu amigo... assunto é o que não falta.


Te analisam com base em imagens, em dados - aqueles de 6 lados -, em dinheiro, e de onde tudo isso vem.
Surpreendem-se, quando faltam argumentos. Assustam-se, quando estão errados. Mas nunca admitem. O juiz não quer errar, o promotor quer lenha na fogueira, e o juri quer ir embora logo, pra assistir TV.


"Você parece forte. Deve ser idiota. 

Sim! Me baseio na estética! Sim, isso é comprovado pela lei social.
 
Tá no mesmo artigo em que diz que inteligência não se atribui a saúde, e nem a força aos que enxergam.
O dia tem 24 horas. Não dá pra você dividir isso entre estética estática, e estética estúpida. A minha conta é lógica, eu julgo baseado em argumentos de outras pessoas. 

Sim! O mundo é um caos onde mentiras são argumentos.
Basta termos 10 pessoas vestindo as mesmas roupas, dizendo as mesmas palavras!
E eu estou certo! Eu, com essas 10 pessoas, formo opinião de mais 100. "

Aqui não tem pena de morte. Aqui tem linchamento moral. Aqui, uma foto diz tudo sobre você.
A personalidade, valores e tudo mais. Embasados em boatos, ninguém quer saber de lógica. Ninguém quer provar, ninguém quer perder.

Fazer o quê? Eu me julgo, eu os julgos.
Todos estamos julgando algo, alguém, ou algum.
É longe, é perto. Difícil, fácil... você só sabe quando está certo, quando sai da teoria e vai ao prático.
E esse, é o sentido da vida. Arquivar/solucionar julgamentos... até bater o martelo, no teu último suspiro vital.

The Fake, The Fail & The Fall


Nunca entendi as coisas ao meu redor.

Do popular, da moda... mainstream.

Se jogam de lugares altos, viciam em algo explicitamente nocivo, dançam e ouvem o que não se pode chamar de "melodia".
Pra quê... por que?

Tratar-se de maneira utópica, patética, surrealista. Atrair-se por idiotices proíbidas... justamente por serem idiotas.

E eu continuo sem entender. Por mais que eu queira. Se eu não entendo, não salvo aqueles com quem me importo...

Por outro lado, aprendi, sozinho, muitas lições. Adquire-se muitas experiências, só de assistir ao tombo do próximo. Aprende-se, também, a levantar o que caiu.
Muitas vezes, acho que a força é psicológica. Mas, pode ser compensada, quando a carapaça que envolve a mente, é tão dura quanto a ignorância. E pode ser forjada, com o intuito de participar de um bando. E se essa ignorância é forjada, a carapaça é fraca.

Veja bem... posso ser forte, devido a intensidade com que penso, e treino para evitar conflitos.
E quando eles surgem, sei combatê-los, pois alguém já sofreu por tal conflito.

Outros, justamente por serem completos idiotas, têm um tipo de carapaça que os ameniza de impactos fortes contra uma parede. Parede aquela, a qual já sofreu diversos impactos da mesma lorpa. E se ela não sofreu um impacto forte o suficiente hoje, sofrerá amanhã. Incessantemente.
No caso dos falsos, não suportam pancadas, nem realismo. Ou morrem antes, ou mascaram o realismo.

Adianta? Isso não tem explicação. Não tem argumento que justifique "ser idiota".
Não justifica agir "ciente, de maneira irresponsável".

E eu não entendo. Continuo não entendendo, essas coisas ao meu redor...

Go!



Desculpas.
Calor demais, frio demais. Muito longe. Preguiça. Perto. Depois.
Sempre se justificando nos momentos que parecem complicados.

A propensão ao ócio, torna simples atividades em torturas físicas/psicológicas.

Mas, essa "barreira" influencia - e muito -  em todos aspectos da personalidade.
Pensar, agir. Corpo e mente.
Correr agora, melhorar depois. Manter, não ousar.

Demasiadamente, e padecerá. Na média, e estará preso a um ponto difícil de ser superado.

E, após aquele deslize, pergunta-se: "Aonde eu quero chegar?"
Pra esse, ainda há chances...

Mas por comodidade... é morte arrastada. Corpo rastejante num deserto de espinhos.
Alguns, sem alma, prendem-se. E eles querem. Querem mostrar a todos.
Querem chibatadas, mas querem mostrar e se vangloriar. Se vangloriar de uma derrota.
Se vangloriar da pós-derrota. Não apanham sozinhos. Não choram no escuro, pois ninguém os vê...
Esse é o pior ponto. Acomodar-se, e depender.
Sem vantagens, sem o poder de dizer "não" e voltar. Essa jornada dura. Dura, e acaba por destruir anos de uma vida.


Não. O ideal é focar a perfeição.
Ambição, percepção. Mover-se. Pensar, considerar... criar.
Saiba improvisar perfeitamente.
Planejar. Desenhar, escrever. E depois... depois, agir como planejado. Mas não sempre. Nem todo plano é perfeito. E aí, improvisa-se.

Fortalecer. Para que mesmo a maior "comodidade" não prenda ao estofado do carro.
Para viver num futuro cada vez mais próximo... e daí, parte a lei do mais forte.

Por mais que eles achem que possam prender, e por mais que eles consigam responder a as indagações, a liberdade ainda é presente.
Não é preciso de terceiros para pensar por si. E nem se mover.
A tua mente manda teu corpo se mover. E por mais limitado que seja, ele ainda se move, e como você deseja.

Corpos ficam parados durante 9 meses, almejando o lado de fora. Almejando moverem-se.
E quando libertos... pra quê parar novamente?

2 Drops 4 Feelings

É ótimo quando nossos desejos realizam-se. Mesmo que após um esforço árduo, ou por aquela confortável sorte, leve e macia feito um travesseiro.

Limitei-me por algum tempo. Muito tempo atrás.
Mas algo me fez pensar que, talvez, eu estivesse além "daquele" que eu era. Me forcei a acreditar em possibilidades, perder medos.
Apossei-me de novas habilidades, de força física, psicológica, de um equilíbrio entre harmonia e raiva.

Ontem, resolvi que faria um treino simples na chuva e, a princípio, senti aquele receio. Aos poucos, meu corpo se adaptava ao clima, mesmo com a garoa caindo sobre meus ombros, mesmo com as momentâneas brisas geladas, que deslizavam pelos pontos gelados de meu corpo. Conforme a atividade física aumentava, mal eu percebia que a condição psicológica acompanhava junto, destruindo pouco a pouco, todo e qualquer medo ou receio que eu tivesse. O frio já não existiva. Eu suava, e queria mais do controle e de tudo aquilo que o treino podia proporcionar a mim.

E aquelas gotas de chuvas que escorriam sobre meus ombros, tornavam-se as mesmas gotas de suor que escorriam sobre meus braços. Uniam-se, feito ousadia e hesitação. Surgia o ímpeto, fruto do equilíbrio entre estes dois.
Era o ardor do momento, aliviado pelo pingo experiente, que já fora evaporado por muitas vezes.
Não se pode encarar demais, assim como não se dá um passo sem calcular o mínimo.
Pois, com certeza, desistirá. Desistirá, pelo erro de ousar no momento errado, ou pelo medo de tentar.

E movimentei-me por horas, até que a chuva cessasse, e meu corpo estivesse parcialmente fadigado.
Muitos não entendem. E os poucos que entendem, aconselhar-me-iam a aproveitar mais destes fatores.

O que posso dizer?
Me alivia saber que posso tanto. Que posso mais do que lá. Mais do que aquele ínfimo começo.
E que, a tendência, é de alçar vôos cada vez maiores... mesmo que chova.

The Overbird


Blog criado, novas idéias.

Talvez, seja dever cumprido. Talvez, seja um novo desafio.
Não sei. Não quero algo randômico. Gosto da idéia de liberdade, mas o fator "organização" pesa nas asas do ego.

Liberdade, e um pouco de organização... quem sabe.

Quero que este blog seja fruto de um novo recomeço. Ou melhor... um reconhecimento.

Hoje tenho mais de mim. Tenho o que quero. Organizei, e sou liberto.
Alforriei-me de pensamentos que me impediam de ter agir no momento de ímpeto.
Eu hesitava. Eu ousava.
Mas não era suficiente.

Desistia, ou a queda era alta.

Por isso, baseado nesses conceitos, resolvi "reconhecer". Reconhecer, não somente fatos ou lugares....

Mas, eu mesmo.

É o fim do começo, e o começo em rumo a um novo fim.

...quem sabe?